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QUESTOES DO CORAÇAO



                                                                    

 

AMIZADE VERDADEIRA

Se um cachorro fosse um Professor... Você aprenderia coisas assim: Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro. Nunca perca a oportunidade de ir passear de carro. Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto. Mostre aos outros que estão invadindo o seu território. Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar. Corra, pule e brinque todos os dias. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem. Não morda quando um simples rosnado resolve a situação. Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite debaixo da sombra de uma árvore. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo. Não importa quantas vezes o outro te magoa, volte e faça as pazes. Aproveite o prazer de uma longa caminhada. Se alimente com gosto e entusiasmo. Coma só o suficiente. Seja leal. Nunca pretenda ser o que você não é. E o MAIS importante de tudo: Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar, 

A amizade verdadeira não aceita imitações!!!!



Escrito por ars_ às 20h43
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MAYSA MATARAZZO

 

Maysa Matarazzo Monjardim teria nascido na capital paulista, numa tradicional família do estado do Espírito Santo que logo se mudou para o Rio de Janeiro, porém, seu nascimento foi mesmo no Rio. Da capital paulista ou do Rio, é certo, no entanto, que em 1947 a família transferiu-se para Bauru, no interior paulista. Logo depois, mudaram-se novamente para a capital. Mesmo fixada em São Paulo, a família ainda mudaria de endereço várias vezes.

Vivendo isolada na casa de praia em Maricá, desde 1972, para onde ia todo o fim de semana, Maysa morreu a caminho da mesma casa de praia em Maricá, enquanto dirigia a “Brasília azul” em alta velocidade, no dia 22 de Janeiro de 1977, por volta das 5 horas da tarde, na Ponte Rio-Niterói. O efeito de anfetaminas somado à ingestão excessiva de álcool e ao cansaço físico e psicológico que a cantora vinha sofrendo teriam provocado o fatídico acidente. Porém, a conclusão dos laudos periciais mostrou que no momento do acidente ela estava completamente sóbria, não havia resquícios de álcool em seu organismo.

A morte de Maysa, de forma inesperada, com apenas 40 anos de idade, causou um imenso choque e surpresa em todo o Brasil, que lamentou a perda de uma das maiores e mais especiais cantoras da história do país. Em uma de suas últimas anotações, registrou:

 

"Hoje é novembro de 1976, sou viúva, tenho 40 anos, 20 de carreira e sou uma mulher só. O que dirá o futuro?"

 

As composições e as canções foram escolhidas de maneira a formar um repertório sob medida para o seu timbre, que não era o de uma voz vulgar, pelo contrário, possuía um viés melancólico e triste, que se tornou emblemático do gênero fossa ou samba-canção. O gênero, comparado ao bolero, pela exaltação do tema amor-romântico ou pelo sofrimento de um amor não realizado, foi chamado também de dor-de-cotovelo.

 

O poeta Manuel Bandeira, em frase famosa, disse que os olhos da cantora Maysa eram "dois oceanos não-pacíficos".

São esses olhos que chamam a atenção da gente, naquele rosto mais para agressivo, quase hostil, não fosse tão bonito, que ilustra a capa da biografia "Só numa multidão de amores", escrita pelo jornalista Lira Neto. 

 

Fato foi que Maysa, querendo ser cantora, rompeu com os padrões e foi muito mal vista pela conservadora e careta Sagrada Família Brasileira, que só admite transgressões fora das vistas do público. 

Deixa-nos também a impressão de que Maysa era um pouco da estirpe de transgressores do gênero Janis Joplin ou Jim Morrison, mortos no final dos anos 70. Gente que, por mais que quisesse levar uma vida regrada - que lhes era mais do que necessária, devido aos seus excessos - estava impossibilitada de levá-la, como se tivessem feito um pacto kármico com um destino trágico.

Alguma coisa maior do que eles mesmos os arrastava para o fundo de seus próprios abismos, que deviam ser os abismos de uma época, carentes de sacrifícios humanos, mártires e heróis. Ainda que quisessem fazer um pacto com o lado mais sensato e moderado da existência - Maysa bem que tentou -, eram impelidos por alguma força interior a arriscar o pescoço (e o tédio) por alguma coisa mais vasta, mais aventureira, mais rica, como se pressentissem que sua vida teria que ser curta e intensa. 

 

Assim foi a vida dessa menina rica que deu um chute no balde das etiquetas burguesas, e um chute definitivo - uma vida agônica, dionisíaca, feita de tentativas de suicídio, de bebedeiras monumentais, que terminavam invariavelmente em internações para desintoxicação alcoólica. Maysa saía das internações jurando que se emendaria e, daí a alguns dias, recaía. Vivia recaindo.

 

De recaída em recaída, sua carreira sofreu grandes hiatos e grandes fracassos, mas que ficou para sempre, a sua voz em nossos corações.

 

 

Como eu sou uma grande fã dessa magnifica cantora brasileira, apaixonada pela forma que ela encarava a vida e amava sem limites... Apesar da musica de FOSSA, eu sempre me encanto a cada momento que eu as ouço... sao sinceramente, um tesouro brasileiro!

 

Morrer de Amor

 

Maysa

Composição: Oscar Castro Neves / Luvercy Fiorini

 

Andei sozinha, cheia de mágoas
Pelas estradas de caminhos sem fim
Tão sem ninguém que pensei
Até em morrer, em morrer

Mas vendo sempre que a minha sombra
Ia ficando cada instante mas só
Muito mais só, sempre a caminhar
Para não mais voltar, eu quis morrer

Então eu via que eu não morria
Eu só queria morrer de muito amor por ti

E hoje eu volto na mesma estrada
Com esperança infinita no olhar
Para entregar todo um coração que o amor
Escolheu para morrer, morrer de amor

 

MEU MUNDO CAIU

Maysa Matarazzo - Atuando

Meu mundo caiu
E me fez ficar assim
Você conseguiu
E agora diz que tem pena de mim

Não sei se me explico bem
Eu nada pedi
Nem a você nem a ninguém
Não fui eu que caí

Sei que você me entendeu
Sei também que não vai se importar
Se meu mundo caiu
Eu que aprenda a levantar


 



Escrito por ars_ às 13h20
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LIBERDADE

Pensar o Direito é pensar a Liberdade. Fazer agir o Direito, é viver a Liberdade. Intrinsecamente ligados, mister é que se faça valer o direito à liberdade dentro dos parâmetros e paradigmas do Direito, isto é, temos o direito de nascer, crescer, estudar, comer, morar... e morrer. Esses direitos são necessários para se encontrar, de uma forma ou de outra, os caminhos, as metas e os objetivos de cada indivíduo - tanto para o bem, quanto para o mal -, ou seja, a liberdade será determinada pelos seus princípios de "direito": o errar e o acertar.

A liberdade, antes de tudo, deve ser vista com responsabilidade. A responsabilidade de nossos atos é fator sumamente importante para que possamos fazer jus a "essa tal liberdade"...

Nos dias atuais, vemos e ouvimos, a toda hora e em todo lugar, pronunciamentos em prol da liberdade de expressão. O que seria isso? A grande mídia, tanto a falada, a escrita e a televisiva, quer conquistar "essa tal liberdade". Vejamos... Nos anos 60 existia um objetivo comum: a Ditadura Militar. Os jovens pediam o fim da Ditadura, reivindicavam a redemocratização do País, pediam o fim do imperialismo, queriam a liberdade de expressão, a revolução sexual, paz e amor e a defesa do patrimônio nacional. E hoje? Qual será o ideal de liberdade tão almejado por todos? Podemos dizer que hoje, as demandas e as necessidades são outras. Hoje, há outros grupos organizados que saem às ruas para lutar por direitos, como os homossexuais, os negros, as mulheres etc.

Hoje, com o advento da globalização, a circulação de notícias imediatas através da Internet e o fim da Ditadura têm direito a ter direito a "essa tal liberdade".

Mas, mesmo com a liberdade de pensamentos, nem sempre podemos colocar em prática esses pensamentos. Seria um atentado contra as regras do Direito. Podemos até falar, mas, não podemos, nunca, fazer o que falamos. Se assim fosse possível, quantas vezes teriam matado o nosso Ilustríssimo Presidente? Ou quantas bombas teriam jogado no Palácio do Governo? Nesse caso, temos, somente, a liberdade de opinião, mas nunca a liberdade de ação.

Portanto, delicio-me em dizer que: Não me regozijo em ser uma livre pensadora, pois, acima de tudo, quero ser uma pensadora livre. Quero ser livre, não somente para pensar, mas, sonhar, falar, errar e acertar livremente.

Liberdade, no fundo, é isto: o direito de "errar", acertar e pensar sozinho.

 



Escrito por ars_ às 12h45
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